O Caso Telexfree não está esquecido como a mídia e a Justiça do Acre pensam



O Caso Telexfree não está esquecido como a mídia e a Justiça do Acre pensam.

Os Divulgadores que entenderam que seus direitos Civis e Constitucionais, à liberdade e ao Direito ao Trabalho estão sendo lesados por Decisâo incapaz de atender as normas jurídicas e sociais, estão lutando para reaver o direito de Trabalhar com o MMN, com a Telexfree no Brasil.

Até o momento nada de provas contra a empresa e o dinheiro do trabalhador continua retido no Estado do Acre.

Como o Acre é um dos Estados mais corruptos do Brasil, com graves problemas sociais, que garantia teremos que os valores ali depositados serão algum dia devolvidos.

Até mesmo a pericia que seria obrigação da Justiça daquele Estado pagar, conseguiram fazer com que a Ympactus pagasse. Isto é um absurdo juridico.

Acompanhe o caso aqui:

Mandado de segurança impetrado por 52 divulgadores da Telexfree perante o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) foi indeferido liminarmente pela Desembargadora Denise Bonfim, resultando no não atendimento de pedido de liberação das atividades da referida empresa.


Os impetrantes (divulgadores da Telexfree) alegaram no mandado que estão sendo prejudicados com o bloqueio judicial imposto pelo TJ-AC por prazo indeterminado nas contas da empresa, bem como estão sendo impedidos de exercer seus trabalhos (venda de planos de telefonia pela internet – voip) e de receberem pagamentos pelos trabalhos desempenhados. Alegaram, ainda, que estão correndo o risco de perderem parte dos valores investidos na empresa com o encerramenteo de contratos de prazo determinado.

A Desembargadora embasou o seu entendimento na afirmação de “não ser correto autorizar as atividades dos divulgadores se a situação da legalidade da empresa ainda passa por análise”, bem como fez referência às decisões de outros desembargadores que também já haviam negado a volta das atividades da Telexfree.

Com base nesse entendimento a Desembargadora determinou o arquivamento liminar (imediato) do mandado de segurança impetrado, se traduzindo, assim, em mais uma tentativa inexitosa de pessoas ligadas à Telexfree de verem reativadas as suas atividades.

Orientação aos divulgadores

Considerando o quadro em que a situação se encontra, a melhor orientação que pode ser dada neste momento aos associados da Telexfree é a de não se precipitarem ajuizando medidas judiciais de diversas naturezas pelo País à fora, uma vez que ao menos de momento o cenário judicial não lhes é favorável, as investigações são complexas e tanto o Ministério Público Federal (MPF) como a própria empresa estão, cada um de seu lado, fazendo a sua parte nos papéis de acusação e defesa, respectivamente.


Portanto, não convém aos própios associados (divulgadores) da Telexfree sairem por aí desembolsando valores financeiros com advogados e demais custos processuais, a fim de financiarem a construção, como está acontecendo, de uma série de reveses judiciais que só lhes desfavorece.

Em outras palavras, a melhor coisa que os divulgadores devem fazer, ao menos neste momento, é aguardarem os desdobramentos das ações promovidas pelo MPF que foram responsáveis pelos bloqueios das contas e atividades da empresa e nas quais a empresa está exercendo o seu direito de defesa. Devem ainda, como é natural no sistema democrático de direito, continuarem protestando e se manifestando contra referidos bloqueios independentes das opiniões em contrário.

Fonte da Informação: Unitel


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